Onde começa e termina a IA generativa no design

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Faz alguns anos que uso Inteligência Artificial Generativa no design de campanhas do dia a dia. Nesse tempo, testei fluxos, quebrei prazos impossíveis com a ajuda dela e também aprendi, na prática, os limites que nenhuma atualização de modelo resolve sozinha. E a pergunta que mais recebo de colegas e clientes não é "como usar IA no design" é "onde, exatamente, ela para e eu preciso entrar".

SEO e GEO (Generative Engine Optimization)

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A busca está deixando de ser uma lista de links e virando uma resposta gerada por IA. Isso criou uma nova disciplina, a GEO (Generative Engine Optimization), que determina se sua marca é citada quando alguém pergunta ao ChatGPT, ao Gemini ou ao Google AI. Neste artigo, explicamos a diferença entre SEO e GEO, o que muda na prática e como a Agência F2F estrutura presença orgânica para os dois mundos ao mesmo tempo.

Performance AI First e Mídia

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A inteligência artificial reorganizou a mídia de performance de cima a baixo. O bidding virou preditivo, a produção de criativos virou ilimitada e a otimização passou a acontecer em tempo real. Mas há uma armadilha: IA sem base de dados organizada não otimiza nada. Neste artigo, mostramos como a Agência F2F estrutura performance AI First, com dados, ferramentas e o que separa quem ganha de quem só gasta.

O que é ser uma agência AI First

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Uma agência AI First não é uma agência que usa ChatGPT de vez em quando. É uma operação em que a inteligência artificial está no centro de cada processo, da estratégia à entrega, sem abrir mão da curadoria humana. Neste artigo, abrimos a forma como a Agência F2F opera e por que esse modelo entrega mais velocidade, mais escala e mais resultado para marcas grandes. Este é o primeiro de uma série em que destrinchamos cada área do marketing sob essa ótica.

Da Empatia à Automação: um “Creative Spiral” entre Design Thinking, Design e IA

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Todos falam sobre como a IA pode gerar bons insights, auxiliar na criação de peças publicitárias e até antecipar resultados. No entanto, não basta escrever um prompt bem elaborado: a sensibilidade humana continua sendo o principal diferencial entre algo meramente prático e algo verdadeiramente funcional. Por isso, a espiral criativa é um conceito que podemos amadurecer como um bom direcionamento para o desenvolvimento de campanhas e processos internos dinâmicos na publicidade, especialmente quando alinhada aos princípios do human-centered design, amplamente difundidos por Tim Brown e pela IDEO.