Formação de empreendedores com ao3

Governança MKT-Comercial na Lopes Imobiliária

Diversihub do Hospital Albert Einstein

O que é Brandformance

Durante muito tempo, branding e performance foram tratados como disciplinas distintas e, em muitos casos, concorrentes dentro das organizações. Enquanto a marca era vista como construção de longo prazo, difícil de mensurar, a performance assumia o papel de gerar resultados rápidos, métricas claras e impacto direto no caixa.

No entanto, esse modelo deixou de funcionar. Em um cenário marcado por crescimento volátil, CAC crescente, jornadas fragmentadas e consumidores menos previsíveis, separar marca de performance não apenas reduz eficiência: compromete a sustentabilidade do negócio. É por isso que o brandformance deixou de ser uma escolha tática de marketing e passou a ser, definitivamente, uma decisão de board.

Por que separar marca e performance se tornou um risco

Antes, era possível compensar uma marca fraca com mais investimento em mídia. Hoje, essa equação não fecha mais. À medida que os canais digitais se saturaram, os custos aumentaram e a atenção se fragmentou, campanhas puramente orientadas à conversão passaram a ter retornos cada vez menores.

Além disso, consumidores não tomam decisões em jornadas lineares. Eles alternam entre pesquisa, comparação, influência social e experiências anteriores com a marca. Nesse contexto, performance sem marca perde eficiência, e marca sem ativação perde tração.

Ou seja, a antiga divisão entre “campanhas de branding” e “campanhas de performance” já não reflete a forma como o mercado funciona (nem como as pessoas compram).

O que os dados mostram sobre brandformance

Essa mudança não é apenas conceitual. Estudos conduzidos por Binet & Field, do IPA, mostram que estratégias que combinam construção de marca e ativação de curto prazo geram maior crescimento no longo prazo e melhor eficiência de investimento quando comparadas a abordagens focadas exclusivamente em performance.

De forma consistente, os dados indicam que:

Assim, brandformance não é um meio-termo entre dois mundos, mas sim um sistema integrado de crescimento.

Brandformance como sistema, não como campanha

Quando tratado corretamente, o brandformance deixa de ser uma ação pontual e passa a funcionar como um sistema contínuo, no qual cada ponto de contato cumpre um papel claro na geração de valor.

Nesse modelo, a criatividade constrói significado, os dados orientam decisões e a tecnologia garante escala e consistência. A marca não aparece apenas nos momentos institucionais, e a performance não atua isolada em ofertas táticas. Ambas operam juntas, reforçando-se mutuamente ao longo de toda a jornada.

Consequentemente, campanhas deixam de ser apenas “peças que convertem” e passam a ser ativos de marca que performam.

Por que isso chegou ao board

O brandformance sobe para o board porque seus impactos ultrapassam o marketing. Ele influencia:

Além disso, conselhos e lideranças passaram a entender que crescimento sustentável não vem apenas de acelerar canais, mas de construir demanda qualificada ao longo do tempo. Isso exige integração entre marketing, vendas, produto e dados, algo que só acontece quando o tema é tratado estrategicamente.

Portanto, brandformance não é sobre “equilibrar orçamento”. É sobre desenhar uma arquitetura de crescimento.

Criatividade, dados e tecnologia no mesmo eixo

Marcas que avançam nessa lógica conectam três frentes de forma indissociável. Primeiro, a criatividade deixa de ser estética e passa a ser estratégica, traduzindo posicionamento em mensagens claras e memoráveis. Em paralelo, os dados não servem apenas para mensurar cliques, mas para entender comportamento, intenção e valor de longo prazo. Por fim, a tecnologia, especialmente a IA, permite testar, aprender e escalar com velocidade, sem perder coerência.

Quando esses elementos operam juntos, o resultado não é apenas mais conversão, mas mais eficiência, mais consistência e mais confiança do mercado.

Conclusão: brandformance não é tendência, é estrutura

Em um mercado onde o crescimento fácil ficou para trás, marcas que insistem em separar branding e performance pagam mais caro para crescer. E crescem menos. Já aquelas que integram construção de marca, geração de demanda e tecnologia criam vantagem competitiva real.

Por isso, brandformance não é uma escolha do marketing. É uma decisão estrutural de negócio, que define como a empresa cresce hoje sem comprometer o amanhã.

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Marketing de Conteúdo da Braskem

Workana Empresas

A jornada do cliente está cada vez menos linear

Durante anos, o funil de marketing foi tratado como um mapa confiável: awareness, consideração, decisão e, por fim, lealdade. Esse modelo ajudou gerações de profissionais a organizar estratégias, distribuir orçamento e medir resultados. No entanto, dados recentes mostram que ele já não representa a complexidade real na jornada do cliente contemporâneo.

Hoje, a jornada do cliente deixou de ser uma sequência previsível e passou a se comportar como um fluxo dinâmico, marcado por avanços, retornos, pausas e saltos inesperados. Segundo a Forrester, consumidores interagem, em média, com mais de 20 touchpoints diferentes ao longo do processo de decisão, alternando entre canais online e offline de forma não sequencial. Em um cenário de canais fragmentados, excesso de informação e decisões orientadas por contexto, o consumidor não “avança no funil”. Ele navega por um labirinto.

Do funil ao comportamento real na jornada do cliente

Historicamente, a lógica do funil pressupunha controle: a marca conduzia o consumidor passo a passo até a conversão. Essa premissa começou a ruir quando pesquisas passaram a mostrar que a decisão acontece antes do primeiro contato direto com a marca.

O estudo do Google sobre o Zero Moment of Truth (ZMOT) evidenciou essa mudança. De acordo com o levantamento, o consumidor consulta, em média, mais de 10 fontes de informação antes de tomar uma decisão de compra, incluindo buscas, reviews, vídeos, redes sociais e recomendações de terceiros. Isso significa que a jornada frequentemente se inicia fora dos canais oficiais da marca  e, muitas vezes, sem qualquer estímulo direto de mídia.

Além disso, pesquisas da Forrester indicam que os consumidores entram e saem da jornada diversas vezes, revisitam etapas, mudam de opinião e reavaliam escolhas conforme novas informações surgem. Como resultado, o caminho até a conversão raramente segue uma ordem fixa ou previsível.

Micro-momentos, plataformas e decisões fragmentadas

Outro fator decisivo nessa transformação é a ascensão dos micro-momentos. O consumidor não decide tudo de uma vez. Segundo o Google, mais de 90% das pessoas utilizam o smartphone ao longo do dia para buscar informações, comparar opções ou validar decisões em tempo real.

Esses micro-momentos — “quero saber”, “quero ir”, “quero fazer”, “quero comprar” — acontecem em janelas curtas de atenção e são altamente influenciados por contexto, urgência e necessidade imediata.

Nesse ambiente, redes sociais, buscadores, marketplaces, criadores de conteúdo e comunidades digitais atuam como pontos contínuos de influência. Dados do Google mostram que mais de 50% dos consumidores alternam entre plataformas antes de concluir uma compra, descobrindo uma marca no TikTok, validando no Google, comparando em marketplaces e, muitas vezes, finalizando dias depois (ou desistindo no meio do caminho).

Assim, a jornada deixa de ser previsível e passa a ser situacional. Cada interação pode acelerar, frear ou redirecionar a decisão.

O impacto da não linearidade para o marketing

Diante desse cenário, insistir em estratégias baseadas apenas em funis rígidos gera distorções. A própria Forrester aponta que modelos de mensuração focados exclusivamente na conversão final subestimam grande parte das interações que influenciam a decisão.

Na prática, isso significa que:

Portanto, o desafio deixa de ser “empurrar” o consumidor para a próxima etapa e passa, então, a ser estar presente, relevante e coerente em diferentes momentos da decisão.

Como marcas podem navegar jornadas não lineares

Em vez de tentar controlar a jornada, marcas mais maduras aprenderam a orquestrá-la. Isso implica aceitar a não linearidade como regra e estruturar estratégias orientadas por dados e contexto.

Alguns caminhos práticos incluem:

Dessa forma, o marketing deixa de operar em linhas retas e passa a funcionar como uma rede de influência contínua.

Menos controle, mais inteligência na jornada do cliente

A jornada do cliente não é mais uma estrada com início, meio e fim claramente definidos. Os dados mostram que ela é fragmentada, contextual e altamente dinâmica. Ainda assim, isso não representa perda de controle: representa uma mudança de abordagem.

Em um ambiente onde o consumidor decide quando, onde e como avançar, vence quem sabe acompanhar. E não quem tenta forçar o caminho.

 

Martech como infraestrutura de crescimento

Durante muito tempo, Martech foi tratada como um conjunto de ferramentas de apoio ao marketing. Algo importante, mas periférico. Em 2025, essa lógica não se sustenta mais. Para CMOs e líderes de crescimento, a stack de Martech passou a ocupar o mesmo patamar de importância que mídia, produto e vendas. Não é mais sobre “ter ferramentas”, mas sobre construir uma infraestrutura capaz de sustentar escala, eficiência e tomada de decisão em tempo real.

Essa mudança de mentalidade não é apenas percepção de mercado, ela é respaldada por dados. Segundo o Gartner CMO Spend Survey 2024, 63% dos CMOs afirmam que o investimento em Martech é prioridade igual ou maior do que mídia paga. Mais do que isso, o mesmo estudo aponta que mais de 70% das estratégias de crescimento hoje dependem diretamente da stack de Martech. Ou seja: crescimento deixou de ser uma função isolada de campanhas e passou a ser consequência direta da maturidade tecnológica da operação.

 

Martech como suporte operacional a motor estratégico

O ponto de virada acontece quando Martech deixa de servir apenas para executar e passa a orquestrar. Plataformas de CRM, automação, analytics, mídia, dados e IA não funcionam mais como silos. Elas se tornam parte de um ecossistema integrado que conecta aquisição, retenção, monetização e experiência do cliente.

Nesse contexto, o papel do marketing também se transforma. O CMO deixa de ser apenas o guardião da marca ou da comunicação e passa a atuar como arquiteto de crescimento. E responsável por decisões que impactam diretamente receita, eficiência operacional e previsibilidade do negócio. Martech, aqui, não é custo: é alavanca.

 

A stack como vantagem competitiva (ou gargalo)

Empresas com stacks bem integradas conseguem testar, aprender e escalar mais rápido. Elas identificam gargalos no funil, entendem variações de CAC, CPM e LTV em tempo real e ajustam rotas com agilidade. Por outro lado, organizações com Martech fragmentada enfrentam um problema silencioso: até investem em mídia e conteúdo, mas não conseguem capturar valor total desses esforços.

A diferença entre alta e baixa performance, cada vez mais, não está no orçamento, mas na capacidade de transformar dados em decisões acionáveis. E isso só acontece quando a infraestrutura tecnológica sustenta o crescimento, em vez de freá-lo.

 

Martech como base para IA, automação e personalização

Outro fator que acelera essa virada é a inteligência artificial. IA não funciona no vácuo. Ela depende de dados estruturados, integrações confiáveis e fluxos bem definidos. Sem uma stack de Martech madura, qualquer iniciativa de IA tende a ser superficial, pontual ou ineficiente.

É por isso que CMOs mais avançados estão olhando para Martech como base de longo prazo. É ela que viabiliza automações inteligentes, personalização em escala, análises preditivas e, cada vez mais, agentes autônomos capazes de otimizar campanhas, investimentos e experiências de forma contínua.

 

O novo critério de maturidade em marketing

Se antes a maturidade de marketing era medida por criatividade, alcance ou share of voice, hoje ela passa por outro eixo: capacidade tecnológica aplicada ao crescimento. Martech virou infraestrutura crítica, comparável a ERP, sistemas financeiros ou plataformas de e-commerce.

Em 2026, a pergunta não é mais “qual ferramenta usar?”, mas sim: essa stack está preparada para sustentar o crescimento que a empresa busca? 

CMOs que entenderam essa mudança já deixaram claro: Martech não é suporte. É core business. E quem trata dessa forma sai na frente em eficiência, escala e vantagem competitiva sustentável.

Go-to-Market em 2026 em um mercado hipercompetitivo

O Go-to-Market deixou de ser um plano pontual de lançamento para se tornar um sistema vivo de crescimento contínuo. Em 2026, não vence quem simplesmente lança mais rápido, mas quem aprende com velocidade, ajusta com inteligência e escala com consistência. A combinação entre saturação dos canais digitais, consumidores cada vez mais exigentes e a aceleração tecnológica redesenhou por completo a forma como marcas levam produtos e serviços ao mercado — transformando o GTM em um processo dinâmico, integrado e orientado por dados.

1. Por que o Go-to-Market mudou (e continua mudando)

A lógica tradicional de GTM (campanhas lineares, funis previsíveis e canais isolados) perdeu eficiência. O mercado se tornou mais ruidoso, mais caro e menos paciente.

Entre os principais fatores dessa transformação, destacam-se:

Nesse cenário, o Go-to-Market passa a ser menos sobre “lançar” e mais sobre orquestrar continuamente produto, mensagem, canal e timing.

2. O novo consumidor de 2026: menos atenção, mais expectativa

Atualmente, o consumidor de 2026 vive em um estado permanente de sobrecarga informacional. Por isso, ele dedica menos tempo às marcas, mas, em contrapartida, espera muito mais delas. Nesse contexto, a personalização deixou de ser um diferencial competitivo e passou a ser um pré-requisito básico. Ao mesmo tempo, a relevância tornou-se um ativo raro — e decisivo.

Dessa forma, estratégias genéricas não apenas deixam de performar: ao contrário, elas geram rejeição ativa. Por outro lado, o novo consumidor responde melhor a marcas que demonstram entendimento real de contexto, necessidade e timing, entregando valor no momento certo, da forma certa e pelo canal adequado.

3. Atenção fragmentada exige precisão estratégica

Com a fragmentação de mídia e a multiplicação de pontos de contato, o alcance isolado perdeu valor. O foco migra para atenção qualificada, frequência inteligente e consistência narrativa. Estar presente em menos canais, mas com maior coerência e profundidade, tende a gerar mais impacto do que tentativas dispersas de onipresença.

4. Dados como base do Go-to-Market moderno

Em 2026, o GTM é, antes de tudo, um exercício de inteligência de dados. Dados deixam de ser apenas insumo de marketing e passam a guiar decisões de produto, pricing, distribuição e comunicação.

Mais do que volume, o diferencial está na capacidade de integrar dados de comportamento, intenção e performance para gerar aprendizado contínuo. Empresas que operam com dados desconectados tomam decisões lentas; aquelas que integram dados operam em ciclos curtos de teste e ajuste.

5. Canais: menos dispersão, mais estratégia

A escolha de canais deixa de ser tática e passa a ser estratégica. Em vez de “estar em todos”, as marcas mais maduras escolhem onde faz sentido competir.

Nesse contexto:

O canal deixa de ser protagonista. Ele passa a ser meio para uma estratégia maior.

6. Marketing, vendas e produto: o GTM como sistema integrado

Uma das maiores mudanças no Go-to-Market moderno é o fim dos silos. Em 2026, marketing, vendas e produto operam como partes de um mesmo sistema.

Marketing não gera apenas leads; gera inteligência. Vendas não apenas convertem; retroalimentam produto com feedback real. Produto, por sua vez, já nasce orientado ao mercado, não apenas à tecnologia.

Essa integração reduz atritos, acelera aprendizado e aumenta a taxa de sucesso no lançamento e na escala.

7. IA como acelerador de Go-to-Market

A inteligência artificial atua como camada de aceleração do GTM. Ela não substitui estratégia, mas amplia capacidade de execução e adaptação.

Com IA, empresas conseguem testar mensagens, prever demanda, ajustar ofertas e redistribuir investimentos em tempo quase real. O Go-to-Market deixa de ser estático e passa a ser adaptativo por definição.

8. Métricas que realmente importam em 2026

As métricas também evoluem. Em vez de indicadores isolados, o foco passa a ser impacto sistêmico.

Entre os indicadores mais relevantes estão:

Em 2026, o Go-to-Market deixa de ser um plano e se consolida como uma competência organizacional contínua. Em um mercado hipercompetitivo, vence quem transforma estratégia em sistema e sistema em vantagem.

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Por que a mesma trend performa diferente em cada plataforma?

Uma trend nunca é apenas uma trend. Ela é o resultado da combinação entre algoritmo, formato e comportamento do usuário. E essa equação muda radicalmente de plataforma para plataforma. É por isso que um mesmo conteúdo pode explodir no TikTok, performar de forma mediana no Instagram e virar debate no X (antigo Twitter).

Entender essa dinâmica deixou de ser uma curiosidade criativa e passou a ser uma competência estratégica para marcas, creators e líderes de marketing.

Algoritmo, formato e comportamento: o que realmente molda as trends

Cada plataforma cria tendências de forma diferente porque prioriza sinais distintos. O TikTok acelera tendências porque seu algoritmo é orientado à descoberta, não à rede social existente. O Instagram atua como um sistema de adaptação e refinamento, enquanto o X funciona como um grande amplificador de conversas, opiniões e acontecimentos em tempo real.

Pesquisas ajudam a explicar esse fenômeno. O estudo How Trends Emerge on TikTok, do TikTok Marketing Science, mostra que a maioria das tendências nasce de creators com audiências pequenas ou médias, impulsionadas pela lógica de recomendação algorítmica. Já o Reels Trends Report, da Meta, indica que no Instagram as trends ganham força quando são reinterpretadas visualmente e alinhadas à identidade estética do perfil. No X, segundo o relatório What Drives Conversations, tendências emergem menos por formato e mais por contexto — eventos, notícias e polarização de opiniões.

O papel do formato na vida útil das trends

O formato define como uma trend se comporta e por quanto tempo ela permanece relevante. Vídeos curtos favorecem velocidade e repetição; textos favorecem profundidade e debate; remix e repost prolongam a vida útil ao permitir reinterpretações.

De forma geral:

Esse fator explica por que copiar exatamente o mesmo conteúdo entre plataformas raramente funciona.

O ciclo de vida das trends: do nascimento à saturação

De modo geral, as trends seguem um ciclo relativamente previsível, porém com durações bastante distintas em cada ambiente digital. Normalmente, elas nascem em plataformas onde a criação é estimulada e a descoberta acontece de forma orgânica, como é o caso do TikTok. Na sequência, essas tendências migram para redes que valorizam mais a curadoria visual e a estética, como o Instagram. Por fim, quando atingem um estágio de maturidade cultural, passam a se consolidar como tema de debate e opinião no X.
Como resultado, o tempo médio de pico varia significativamente entre as plataformas:
•No TikTok, por exemplo, as tendências costumam atingir o auge em poucos dias, impulsionadas pela alta velocidade do algoritmo.
•Já no Instagram, o ciclo tende a ser mais longo, com semanas de adaptação estética e reaproveitamento do formato.
•Enquanto isso, no X, algumas trends conseguem se manter relevantes por meses, sobretudo quando estão associadas a eventos, política ou movimentos da cultura pop.

Saber quando entrar, quando adaptar e quando sair é tão importante quanto reconhecer a trend em si.

Algoritmos e trends: o que cada plataforma privilegia em 2025/26

Os algoritmos são o verdadeiro motor das trends  e, nesse cenário, cada plataforma recompensa comportamentos diferentes.
•No TikTok, por exemplo, o algoritmo prioriza retenção, taxa de replay e tempo de exibição. Quanto mais o usuário assiste e reassiste a um vídeo, maior tende a ser sua distribuição, acelerando o ciclo viral.
•Já no Instagram, o foco está em compartilhamentos e salvamentos, sinais claros de que o conteúdo possui utilidade prática ou valor aspiracional, o que sustenta uma vida útil mais longa da trend.
•Enquanto isso, no X, a plataforma privilegia velocidade de engajamento, replies e citações, reforçando conteúdos que geram conversa imediata e estimulam debate público.
Como consequência, relatórios como How Ranking Works (Meta), Creator Academy & Algorithm Insights (TikTok) e Ranking & Engagement Signals (Twitter/X) deixam claro que replicar uma trend sem compreender esses sinais algorítmicos tende a gerar frustração e não performance.

Trends, creators e autenticidade: por que marcas precisam adaptar, não copiar

Um dos erros mais comuns das marcas é tratar trends como fórmulas prontas. A pesquisa The Social Economy, da McKinsey, mostra que consumidores confiam mais em conteúdos que parecem nativos da plataforma e alinhados à voz do creator ou da marca.

Isso significa que:

Marcas que entendem isso usam trends como ponto de partida criativo, não como atalho.

Velocidade versus estratégia: como surfar trends sem perder posicionamento

Surfar trends exige equilíbrio. Velocidade é importante, mas sem estratégia ela gera ruído. As marcas mais maduras avaliam rapidamente se uma tendência conversa com seu posicionamento, seu público e seus objetivos de negócio antes de entrar.

Em muitos casos, adaptar uma trend com atraso estratégico gera mais resultado do que entrar cedo sem coerência.

Extra: por que esse tema é forte para SEO e thought leadership

A discussão sobre performance de trends cruza interesses de marketing, social media, branding, creators e tecnologia. Além disso, conecta comportamento do consumidor, algoritmo e estratégia (três temas altamente buscados e pouco explicados de forma integrada).

Para marcas e líderes, dominar esse tema não é apenas sobre likes ou views. É sobre entender como a cultura digital se move e como se posicionar de forma relevante dentro dela.

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